Planeta Sudoeste

Os novos nómadas
É para mim uma incógnita, o que realmente leva milhares de pessoas a ocorrer em tão grande número ao Festival Sudoeste. Recentemente, na revista Fest Forward, Álvaro Covões afirmava que a “ primeira é o facto de ser «O» festival Sudoeste. A segunda é a praia (…)”. A música parece então, remetida para um motivo terciário para se ir ao festival.
No fundo parece que estas pessoas querem apenas viver por uns dias a experiência de estar longe de tudo e todos os que importunam durante o ano inteiro, gozando à sua medida o festival, com ou sem música. Foram já apelidados de “gente pirosa que vai ao festival para estar longe dos papás, fazer as asneiras que lhes apetece. Embebedam-se, drogam-se, furam a multidão durante os concertos e quando chegam lá à frente perguntam com ar de broncos: mas que merda é esta que está a tocar? Onde é que estão os Xutos?”
Não compreendo, mas é verdade, existe de certa maneira o mito que nos festivais existe um grande laxismo, relativamente a contactos sexuais. Mesmo o tronga do apresentador do MTV Portugal, dedicou uma reportagem no festival a saber como o pessoal engatava. Ninguém se descoseu diz ele, ninguém faz ideia de como realmente se faz, digo eu.
Não duvido que muito boa gente tenha dado a sua (primeira) foda no festival, mas parece-me que a percentagem é bastante reduzida. Parece-me que seja mais provável acontecer quando se vai com amigos e a coisa acontece, entre namorados será quase inevitável. Mas fazê-lo com uma estranha que nos aborda no chuveiro, ou vice-versa, parece-me mais complicado, principalmente com as implicações que isso pode trazer. No entanto, acho que fornicar é positivo…
Mas o Sudoeste tem os seus méritos. Particularmente este ano afirmou-se como festival Ibérico em concorrência directa com Festival Internacional de Benicassim (FIB). Muitos são os espanhóis de perto da fronteira que preferem vir até à costa vicentina, em ver de atravessar toda a Espanha para a costa leste da península. Além disso, existe a questão do preço. O Sudoeste custa 65€, enquanto que o FIB custa 165€. É verdade que o FIB tem o triplo das bandas/confusão e, muitas vezes, as mais apetecidas ficam-se por lá, ignorando o nosso país. Mas a verdade é que este ano os nomes mais fortes do dois festivais eram comuns, sendo, portanto, mais económico para alguns espanhóis viajarem até à Zambujeira.
Daí que se tenha ouvido falar imenso castelhano, mas não só, também britânicos, alemães, holandeses e franceses apareceram no festival. Parece-me, no entanto, que nestes casos serão situações mais pontuais. Estando a passar férias no Algarve, é fácil dar um pulo à Zambujeira.
É para mim uma incógnita, o que realmente leva milhares de pessoas a ocorrer em tão grande número ao Festival Sudoeste. Recentemente, na revista Fest Forward, Álvaro Covões afirmava que a “ primeira é o facto de ser «O» festival Sudoeste. A segunda é a praia (…)”. A música parece então, remetida para um motivo terciário para se ir ao festival.
No fundo parece que estas pessoas querem apenas viver por uns dias a experiência de estar longe de tudo e todos os que importunam durante o ano inteiro, gozando à sua medida o festival, com ou sem música. Foram já apelidados de “gente pirosa que vai ao festival para estar longe dos papás, fazer as asneiras que lhes apetece. Embebedam-se, drogam-se, furam a multidão durante os concertos e quando chegam lá à frente perguntam com ar de broncos: mas que merda é esta que está a tocar? Onde é que estão os Xutos?”
Não compreendo, mas é verdade, existe de certa maneira o mito que nos festivais existe um grande laxismo, relativamente a contactos sexuais. Mesmo o tronga do apresentador do MTV Portugal, dedicou uma reportagem no festival a saber como o pessoal engatava. Ninguém se descoseu diz ele, ninguém faz ideia de como realmente se faz, digo eu.
Não duvido que muito boa gente tenha dado a sua (primeira) foda no festival, mas parece-me que a percentagem é bastante reduzida. Parece-me que seja mais provável acontecer quando se vai com amigos e a coisa acontece, entre namorados será quase inevitável. Mas fazê-lo com uma estranha que nos aborda no chuveiro, ou vice-versa, parece-me mais complicado, principalmente com as implicações que isso pode trazer. No entanto, acho que fornicar é positivo…
Mas o Sudoeste tem os seus méritos. Particularmente este ano afirmou-se como festival Ibérico em concorrência directa com Festival Internacional de Benicassim (FIB). Muitos são os espanhóis de perto da fronteira que preferem vir até à costa vicentina, em ver de atravessar toda a Espanha para a costa leste da península. Além disso, existe a questão do preço. O Sudoeste custa 65€, enquanto que o FIB custa 165€. É verdade que o FIB tem o triplo das bandas/confusão e, muitas vezes, as mais apetecidas ficam-se por lá, ignorando o nosso país. Mas a verdade é que este ano os nomes mais fortes do dois festivais eram comuns, sendo, portanto, mais económico para alguns espanhóis viajarem até à Zambujeira.
Daí que se tenha ouvido falar imenso castelhano, mas não só, também britânicos, alemães, holandeses e franceses apareceram no festival. Parece-me, no entanto, que nestes casos serão situações mais pontuais. Estando a passar férias no Algarve, é fácil dar um pulo à Zambujeira.

Palco de todas as emoções
Longe do gigantesco e intimidatório palco TMN, por onde passaram os cabeças de cartaz, logo à entrada do recinto ficava um espaço bem mais acolhedor e onde viria realmente a acontecer os momentos mais entusiasmantes do festival, desde o humor do Gato Fedorento ao comício politico de The (International) Noise Conspiracy.
Logo na primeira noite, precisamente com um inicio fedorento, o palco Planeta Sudoeste assumiu o protagonismo do festival. Os quatro gatos assanhados são das melhores coisas que apareceram no humor nacional, quanto a mim, apenas lhes batem o pé os da Palmilha Dentada. Mereciam, sem dúvida um espaço à sua dimensão e de todos os que queriam assistir aos seus sketches. Notou-se a falta de dos ecrãs gigantes para os que estavam mais atrás seguirem com maior atenção, as pausas, as caretas dos actores. Porque realmente o segredo dos fedorentos acaba por estar em certos momentos de subtil ironia e mordaz critica ao chauvinismo nacional.
Nessa noite, a única actuação acabou por ser dos Ladytron, já que os Fisherspooner cancelaram a sua actuação por o seu equipamento estar com jet lag. Os Ladytron apresentam-se com um visual sinistro e praticam uma electrónica esquizoide, que não dá grande jeito dançar. Os seus sintetizadores estão carinhosamente baptizados com nomes como Cleópatra ou Gloria. A sua música vive da repetição exaustiva de duas ou três frases sem grande nexo.
Na segunda noite já tivemos direito a actuações à séria. Tivemos pela primeira vez no Sudoeste esse ovni da nova folk americana que é Devendra Banhart. Os hippies deveriam ter deixado a face da terra depois das mortes de Hendrix, Joplin e Morrisson, mas Devendra e a sua trupe ameaça trazê-los de volta para o séc. XXI.
Há que dar o mérito de serem versáteis, multi-instrumentistas e até dotados. Tendo como base a folk adicionam-lhe tudo o que seja música do mundo e há que reconhecer que a mistura não é nada indigesta.
O concerto de Devendra Banhart teve duas curiosidades. Primeira a aparição em palco de Pedro Gomes dos CAVEIRA, designado pelas gentes do “Y” como o anti-guitar-hero português. Pedro esteve essencialmente a improvisar com a sua guitarra eléctrica por cima da melodia do momento. Engraçado ter sido confundido por membro do público com o guitarrista dos Radiohead (com aquele cabelo, espera o quê?). Segundo, a oportunidade dada alguém que quisesse vir tocar a sua musiquinha, ali no momento. Sam foi o que mais iniciativa teve e espantou-nos com o seu à vontade em palco, bem como a bela canção acústica à guitarra.
O resto da noite foi ocupado pelo showcase da DFA Records. James Murphy revelou-se incasável, um autêntico homem dos sete ofícios. Desde ajudar a montar os equipamentos, a fazer o som de palco, actuar com os LCD, enquanto DJ ou mesmo quando desfrutava da música das outros artistas da sua editora. A mistura de sons electrónicos com o pós-punk pôs toda a audiência a dançar. A mesma que assistiu pasmada à actuação de Hot Chip, não sabendo se haveria de rir do que se passava em palco, ou deixar de lado o ridículo e continuar a dançar.
A terceira noite era aquela que apresentava maior diversidade de estilos e interesses variados. Por lá passaram os projectos a solo de Sarah Bettens (K´s Choise) e Louise Rhodes (Lamb). A actuação primeira foi mais consistente e empolgante. A tonalidade continua a ser rock com a devida dose de revolta, mas não muita, para não perturbar os ouvidos sensíveis das adolescentes, para isso já têm a Alanis Morrisset, certo? Sarah parece ter uma base de fãs consistente e mostrou-se, talvez por isso, descontraída e sorridente para o seu público. Facto curioso foi o seu teclista parecer estar a gozar tanto do concerto como qualquer membro da assistência, já irritava tanta descontracção. Parece o típico caso de músico que tem pouco que fazer na banda e por isso pode-se dar ao luxo de andar para lá aos pulinhos.
Seguidamente tivemos os sons quentes com base na soul dos anos 70 de Josh Rouse. Pela primeira vez apareceu por cá com uma banda digna dessa mesma designação. A actuação foi perfeitamente adequada ao festival, já que exigia-se uma formação em palco que desse maior vivacidade às canções vindas do fundo do coração deste senhor. Actuacção pecou por ser curta, mas ninguém resistiu aos sedutores “Come Back” e “Love Vibration”. É verdade que o novo disco “Nashville” deixou a soul de lado, em favor de um som mais country, típico da região, mas onde se encontram belas melodias que até resultam bem ao vivo, como “The Nightime” e “Winter in the Hamptons”. Para muitos faltou a mais triste e bela melodia do senhor “Sad Eyes Já que Josh mudou-se para o país ao lado, esperamos em breve a sua visita, bem como da sua banda, com alinhamento prolongado e do agrado de todos.
A grande estreia e surpresa da noite foi Mylo, sucedâneo possível devido à ausência de Daft Punk. Partindo exactamente da mesma base, praticam uma electrónica entusiasmante, com sintetisadores melosos, vozes saturadas de efeitos e guitarras funk. Infelizmente, no inicio do concerto sofreram de uma série de problemas técnicos com a guitarra eléctrica, mas a Peaches lá os desenrascou com uma das suas. Vindos de Ibiza e a caminho do FIB, não foi por esse motivo que se mostraram menos dedicados em dar espectáculo. Momento alto da noite foi com o single “Drop the Pressure”, com toda a tenda a vibrar ao som da vocalização vocoder e batida bem quadrática.
A fechar as actuações da noite veio o furacão Peaches. Esta senhora parece querer desesperadamente que a aceitem, não da habitual forma lamechas, mas à força. É uma electrónica caseira, suja, com atitude punk e agressiva. É uma actuação explicita, assistir-lhe é uma experiência perturbante. Há que lhe dar o mérito de sentido de espectáculo e entretenimento gráfico. Irrequieta e dinâmica, lá se foi despindo até ficar em roupa interior, mas na noite antes já tinhas visto um strip bem mais gratuito na actuação dos Da Weasel.
O último dia já não foi tão diversificado como o anterior, mas talvez o que terá proporcionado as experiências mais intensas com The (International) Noise Conspiracy (TINC) e The Kills. Antes passaram pelo mesmo palco Viciou 5, d3o e Wraygunn. Estes últimos apresentam-se em grande forma e estão claramente em voga. O seu último disco foi lançado em França e Itália, tendo já vendido num mês cerca de 5000 cópias, pelo que devem partir em breve para uma digressão europeia.
Não deixa de ser estranho que de um país como a Suécia apareça uma banda como os TINC, fica no ar a questão se será consequência inevitável de terem de ouvir ABBA.É uma banda de claro revivalismo punk, mas bem mais rico que a base. Foi, aliás, admitido pelo próprio vocalista que as bandas que mais gostavam eram os Clash e os Bad Religion. Guitarras desgarradas, hammond a harmonizar a coisa e vocalizações convictas do que se canta (bem ou mal).
Estar numa actuacção dos TINC é mais do que assistir a uma simples concerto de rock, é um autêntico comício político. Não só pela mensagem imprimida nas suas músicas, mas porque realmente pregam contra o capitalismo e o monopólio das grandes editoras. Incentivam ao download de mp3 e dizem que se realmente gostamos deles devemos assistir aos seus concertos. Que venham então cá mais vezes para comícios tão animados como este. É uma energia extremista que transborda o palco e facilmente contagia quem assiste aos seus concertos. De bandas não formatadas como estas é que precisamos no mundo. Perguntamo-nos porque levaram tanto tempo a trazer por cá a (r)evolução… será a culpa do maldito capitalismo?
Depois de algo tão intenso como a actuação de TINC, dificilmente os The Kills conseguiriam ultrapassar a banda escandinava. Assim aconteceu, mas tiveram uma actuação digna de se tirar o chapéu. Nada fácil para dois músicos encherem o palco daquela maneira. Interessante diálogo de corpos em palco, algo entre o amor e ódio entre Alison Mosshart e Jamie Hince, passagens como “I hate the way you love” “if I´m so evil, then why are you so satisfied?” pode servir como a chave disso mesmo. A linha musical não anda muito longe de PJ Harvey quando acorda virada para o rock, mas mais minimalista, inevitavelmente.
O último dia já não foi tão diversificado como o anterior, mas talvez o que terá proporcionado as experiências mais intensas com The (International) Noise Conspiracy (TINC) e The Kills. Antes passaram pelo mesmo palco Viciou 5, d3o e Wraygunn. Estes últimos apresentam-se em grande forma e estão claramente em voga. O seu último disco foi lançado em França e Itália, tendo já vendido num mês cerca de 5000 cópias, pelo que devem partir em breve para uma digressão europeia.
Não deixa de ser estranho que de um país como a Suécia apareça uma banda como os TINC, fica no ar a questão se será consequência inevitável de terem de ouvir ABBA.É uma banda de claro revivalismo punk, mas bem mais rico que a base. Foi, aliás, admitido pelo próprio vocalista que as bandas que mais gostavam eram os Clash e os Bad Religion. Guitarras desgarradas, hammond a harmonizar a coisa e vocalizações convictas do que se canta (bem ou mal).
Estar numa actuacção dos TINC é mais do que assistir a uma simples concerto de rock, é um autêntico comício político. Não só pela mensagem imprimida nas suas músicas, mas porque realmente pregam contra o capitalismo e o monopólio das grandes editoras. Incentivam ao download de mp3 e dizem que se realmente gostamos deles devemos assistir aos seus concertos. Que venham então cá mais vezes para comícios tão animados como este. É uma energia extremista que transborda o palco e facilmente contagia quem assiste aos seus concertos. De bandas não formatadas como estas é que precisamos no mundo. Perguntamo-nos porque levaram tanto tempo a trazer por cá a (r)evolução… será a culpa do maldito capitalismo?
Depois de algo tão intenso como a actuação de TINC, dificilmente os The Kills conseguiriam ultrapassar a banda escandinava. Assim aconteceu, mas tiveram uma actuação digna de se tirar o chapéu. Nada fácil para dois músicos encherem o palco daquela maneira. Interessante diálogo de corpos em palco, algo entre o amor e ódio entre Alison Mosshart e Jamie Hince, passagens como “I hate the way you love” “if I´m so evil, then why are you so satisfied?” pode servir como a chave disso mesmo. A linha musical não anda muito longe de PJ Harvey quando acorda virada para o rock, mas mais minimalista, inevitavelmente.
Palco Secundário?
Ao que parece as apostas nas novas bandas britânicas acabaram por sair frustradas. Tirando talvez Kasabian, nem The Thrills, Athlete ou mesmo Doves, nenhuma destas bandas conseguiu convencer um único espectador. Pena, pois realmente os Kasabian mereciam um público mais desperto, inerte muito por culpa da desinteressante actuação dos Oásis. O mesmo efeito colateral já tinham sofrido os Primal Scream no ano de 2003 (banda à qual vão buscar grande inspiração), pois toda a multidão abandonou o recinto após a folia de Jamiroquai. Os Kasabian são então das novas bandas mais entusiasmante vindas do UK este ano, a par de Bloc Party. Usam samples e sintetizadores, mas juntam-lhes o bom velho rock para um resultado bastante agradável, para além do mais têm uma boa presença em palco, conseguindo animar as poucas almas vivas àquelas horas da noite. “Club Foot” não perde um Newton de força ao vivo e com “Processed Beats” apetece no mínimo bater o pezinho.
Parece incrível que apenas meia-dúzia de pessoas tenham ligado a Athlete. Vindos da digressão nipónica e australiana, dizem-se fãs de bandas como os Blur e Radiohead. Não se cansam de anunciar ao mundo que foram nº1 no UK e tiveram uma nomeação para os Mercury Prize. Nada disso lhes valeu. Curioso que tenha acontecido o mesmo com o Coldplay, no ano de 2000, em Paredes de Coura. Vejamos se têm destinos idênticos. No geral, não se esforçaram muito por tentar conquistar a audiência, que apenas lhes deu uns minutos de atenção quando tocaram os singles “Changes”, “Half Life” ou “Wires”.
Bem melhor se esperava de Doves , já que são uma banda um pouco à margem das oscilações dos sucessos comercias, além de que o último disco, “Some Cities” é uma autêntica pérola negra da nova brit pop. Apontados como na mesma linha de Ocean Colour Scene ou Verve, as evidências apontam, no entanto, para Elbow. Novamente, esta banda teve uma passagem despercebida precisamente, no festival Sudoeste, em 2001. ainda por cima cometeram clássico e triste erro de chamarem Espanha ao nosso país, passando o resto do concerto a dizerem que estavam bastante embaraçados e tentando desdramatizar agradecendo à Dinamarca. Mesmo assim, conseguiram bons momentos com “Some Cities”, “Black and White Town” e “The Goes the Fear”. Aguardamos uma visita mais feliz, a Portugal, tanto dos Doves, como do Elbow.
Do resto do festival foi trivial. Oasis lá limparam a sua imagem e os Da Weasel prometem em breve destronar os Xutos & Pontapés das bandas mais populares do nosso país. Ben Harper e Humanos provocaram uma das maiores enchentes de sempre do festival. Fatboy Slim prolongou a noite até bem perto das 06 da manhã, fazendo toda a malta dançar. Finalmente, Korn, lá levataram pó que fica pairar até à próxima edição…
Do resto do festival foi trivial. Oasis lá limparam a sua imagem e os Da Weasel prometem em breve destronar os Xutos & Pontapés das bandas mais populares do nosso país. Ben Harper e Humanos provocaram uma das maiores enchentes de sempre do festival. Fatboy Slim prolongou a noite até bem perto das 06 da manhã, fazendo toda a malta dançar. Finalmente, Korn, lá levataram pó que fica pairar até à próxima edição…
Etiquetas: Festival Sudoeste 2005


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